domingo, 6 de maio de 2012

IDENTIDADE Á FLOR DA PELE

Transgressão sempre foi uma palavra importante para aqueles que fazem da arte seu trabalho. Mas com o passar dos anos, transgressão não se tornou o único elemento que esperamos de uma obra. A transgressão pode existir apenas na cabeça do artista ou englobar toda sua obra e seus espectadores, criando um mundo de ilusão a partir de apenas uma imagem. Nos dias atuais uma obra.deve ser acompanhada de uma série de outros componentes como, identidade e sensibilidade. E foi exatamente esta mensagem que encontrei pairando sobre as obras de Gustavo Carvalho. Percepções elaboradas no ponto certo, foram fundamentais para a criação de suas obras, geradas pela desconstrução de ambientes arquitetônicos, gerando obras milimetricamente elaboradas a partir de um trabalho minucioso. O trabalho que traz como foco principal, a moda gerada pela arte contemporânea também aborda as experiencias de novos materiais e técnicas que são poucos utilizados na industria têxtil, com novas formas e componentes até então jamais presentes em uma peça de vestuário. 
A desconstrução de formas pode parecer um pouco difícil de imaginar. Afinal não basta apenas desconstruir o obra, mas sim reconstruí-la através de novas bases e novos elementos, mas jamais mudando sua intenção de mostrar um pouco do que ocorre em nosso mundo através de olhares alheios.
  Neste ano, as obras de Gustavo estão expostas no projeto Hotspot, que consiste em uma forma de buscar novos talentos brasileiros. O projeto conta com várias parcerias, dentre elas a versão brasileira da revista ELLE. O projeto batizado de ¨A forma que me veste¨  tem atraído muita repercussão e grandes números de visualizações no site oficial do concurso. Nos levando a crer que o futuro da moda brasileira nos reserva grandes criadores. O projeto ¨A forma que me veste¨ pode ser acessado no site oficial do concurso Hotspot, onde contém videos, fotos e outros links para conhecer mais sobre este projeto.

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